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02/10/2013

Algumas das minhas esquisitices


Três das minhas esquisitices estão logo abaixo. Espero de coração que não seja a única anormal que faça/sinta essas coisas estranhas. Quero que me contem as coisas mais estranhas que vocês fazem, tá? Assim não me sinto tão mal, por que sabe como é.

1 - O efeito de uma boa música: depois que escuto minha música preferida ou então, escuto toda a minha playlist, tenho um efeito bem estranho: flashes de criatividade aparecem na minha cabeça e caso não os coloque em prática quanto mais rápido possível, eles desaparecem. É como um relapso no bom sentido...

2 - Um olhar mais que distraído: em terra de distraídos, eu sou a rainha! Sempre que não estou fazendo nada (mas na verdade estou fazendo alguma coisa) fico no mundo da Lua. Até existem vezes que meus pais ou minhas amigas são forçados a chamar a minha atenção para que eu volte a Terra. Isso definitivamente não é algo normal, mas é algo bom. Bom pelo motivo de depois de voltar a si mesma, ter uma sensação boa, sabe? Como que se pensar fosse a melhor coisa do mundo. Que na verdade é...

3 - Usar reticências para tudo: vocês já devem ter percebido isso, né? A questão é que as reticências de algum modo, nos deixam com dúvida. E eu não gosto muito dessa sensação de dúvida. Prefiro o ponto final mil vezes, mas alguma espécie de imã obriga meus dedos a irem até a tecla do ponto final e clicar nela três vezes. E apesar de não gostar muito da sensação de dúvida, gosto das reticências por que aí, cada pessoa vai poder escolher um final... e também por que é uma boa quando não se sabe como terminar uma frase.

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04/09/2013

Colecionadora de memórias

Segunda-feira é dia de educação física na escola. Segunda-feira, de modo, é dia de acordar cedo e caminhar bastante. Mas tudo bem, caminhar nem é tão ruim assim e a segunda-feira não é o bicho de sete cabeças que a maioria das pessoas pensa que é. Como sempre, minha mãe chegou até meu quarto com aquele jeitinho de acordar a gente com um tom bem alto de voz, abriu a janela, me entregou o café e logo disse naquele tom bem alto e gentil que só ela tem que estava na hora de levantar. É mais fácil levantar da cama quando o dia está bom, mas esse não era o caso.

Como sempre, me arrumei bem rápido e logo sai de casa com o meu tradicional fone de ouvido. Só porque não consigo andar quinze minutinhos sem ouvir ou cantar alguma música. E não seria algo legal eu sair cantando rua afora, ainda mais com o péssimo gosto musical do pessoal da minha cidade. Finalmente, cheguei na esquina de casa naquele meu jeito que chego sempre: cansada! Mas calma aí, ainda falta cerca de quatorze minutos até a chegada na escola. E caminhar quando se está com sono não é uma das melhores coisas a se fazer, principalmente quanto as suas pálpebras estão mais cansadas que as suas próprias pernas.

De certo modo, me canso bem rápido para fazer um pequeno circuito de quinze minutinhos, mas tem que levar em conta que o trajeto da minha casa até escola é cheio de sobe e desce. Ainda estava escutando música, a mesma de quando sai de casa, isso porque é mania ficar escutando sempre a mesma música. Caminhar, caminhar, caminhar... Hunf! Mas estava tão cansada que nem poderia reclamar, por isso resolvi fazer essa coisa ruim se tornar algo bom. Caminhar é bom, mas não quando o clima não esta as mil maravilhas e nem quando você sabe que quando chegar no seu destino, vai ter que fazer vários exercícios.

Tirei os sete minutinhos que ainda restavam pelo caminho para tentar organizar um turbilhão de ideias e pensamentos á parte, que na real eu sempre organizo na hora de estudar. O problema de uma cabeça confusa é igual a um quarto bagunçado: nunca se sabe por onde começar. Por isso, optei por organizar os deveres, trabalhos e todas essas coisas de escola num cantinho do meu cérebro. Depois, guardei um lugarzinho especial para os meus sonhos, outro pelo blog, outro por livros e um bem grande para tudo que eu gosto. Vocês já tentaram organizar suas memórias? Pois foi isso que eu guardei nesse espaço do cérebro: memórias! Ruins, boas, ótimas, tanto faz... São memórias, não são? Memórias das antigas, daquelas bem espirituosas e daquele tipo que você sabe que um dia vai precisar. Afinal, as memórias são que nem um quarto bagunçado: cheio de coisas que você sabe que um dia vai precisar, ou não...
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